
BARRADOS – Em Santa Cruz do Capibaribe, mais uma discussão sem fim é a de vereadores sendo impedidos de fiscalizar prédios públicos. A história do mande ofício antes é sempre a mesma e até o acordo assinado por vários vereadores com o Ministério Público também está sendo questionado.
OFÍCIO – Fico imaginando o teor de um possível ofício comunicando a fiscalização de um prédio público após recebimento de uma denúncia. Prezado senhor (a), venho por meio deste informar que no dia tal, às tantas horas, irei fiscalizar esse equipamento público. Favor consertar os problemas e esconder as evidências para que não pareça verdade o que a população está denunciando. Segue a lista de pessoas que irão comigo e a comprovação de que fazem parte da comissão referente ao serviço ofertado que será fiscalizado.
FARPAS TROCADAS – O nem sempre harmonioso Grupo Taboquinha teve mais um momento do típico Taboquismo, com troca de farpas em emissora de rádio entre um vereador e o diretor de turismo. Quem tem integrantes assim nem precisa de um Zé para polemizar.
CONFERÊNCIA – Nesta quarta-feira, o Teatro Municipal de Santa Cruz sediará a importante Conferência de Cultura. Não se trata de uma conferência daquelas que deveria ser feita com o milho desaparecido. A do teatro abordará temas muito relevantes para a classe artística da cidade.
NOVIDADE – A CPI do milho nem começou e já se fala em novidades. Uma hora some demais, outra hora aparece e some só um pouco. Só não digo que tem caroço nesse angu, porque pode ser que ainda continue faltando milho.
CÂMARA – Aparentemente, mais demorado do que foi a reforma da Câmara Municipal de Santa Cruz do Capibaribe, será a finalização das polêmicas envolvendo o gasto na reforma e, mais recentemente, a empresa contratada. Cada semana surge uma polêmica.
AGENDA – Próximo sábado, na Fazenda Feitosa, teremos a primeira apresentação da Banda Biquíni Cavadão em solo santa-cruzense, isso se não cair um temporal outra vez. E dia 11 de maio começa o festival de quadrilhas que mudou de nome.
DILEMA – Caso o grupo verde vença as eleições majoritárias, entre tantas preocupações e desafios, terão de decidir qual será o nome do festival de quadrilhas de rua no período junino. Precisarão definir se usarão o nome que tinha na gestão azul, o nome da gestão vermelha ou criarão uma terceira denominação. A mesma situação com o campeonato de futebol realizado na zona rural e com a interdição das ruas do centro para atividade físicas das famílias. Fica a dica para já pensarem nos nomes.
O ESCOLHIDO – E não é que o prefeito de Toritama escolheu um sucessor que reza na mesma cartilha dele. A desenvoltura de Sérgio Colin nas entrevistas de rádio é praticamente igual a de Edilson Tavares. Eles são desenrolados e, se alguém apertar com alguma pergunta mais capciosa, eles empurram obras e ações da gestão na resposta. As realizadas e as que já estão na agulha.
“Não me queiram mal. Apenas pensem nisso, enquanto lhes digo que fica o dito para ser rido.”
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