
O programa Rádio Debate desta segunda-feira (2) da Rádio Polo, abordou dois temas: a operação Vassalos que mirou as investigações sobre a “Família Coelho”, e o inquérito civil instaurado pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE), para investigar possíveis irregularidades na contratação de auxiliares temporários pela Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe.
Operação Vassalos – A investigação da Polícia Federal que apura um suposto esquema criminoso de desvios de emendas parlamentares e que teve como alvos o ex-senador Fernando Bezerra Coelho e os seus filhos: Miguel Coelho (pré-candidato a senador) e Fernando Filho (deputado federal), voltou à pauta.

Em respostas, Miguel Coelho, ex-prefeito de Petrolina, publicou um vídeo no qual atribuiu a investigação ao “calendário eleitoral” e afirma que não “irá se intimidar”. Ele ainda chamou a operação de “espalhafatosa”.
Um dos trunfos da defesa citado por Miguel é que a Procuradoria-Geral da República (PGR) havia se manifestado contra a realização das buscas, classificando os pedidos da PF como frágeis. No entanto, o ministro Flávio Dino (STF) decidiu manter a ordem para o cumprimento dos 42 mandados.
Prefeitura x MPPE

Outro assunto que foi pautado se deu em relação ao inquérito civil instaurado pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE), para investigar possíveis irregularidades na contratação de auxiliares temporários pela Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe. A investigação foca em indícios de preterição de candidatos aprovados no último concurso público, cujos resultados já foram homologados.
De acordo com a denúncia, o quadro de servidores temporários do município sofreu um salto alarmante. Em 2024 eram 255 auxiliares temporários, e em 2025 esse número subiu para 421 auxiliares temporários, o que representa um aumento de 65,09% em apenas um ano.
O Promotor de Justiça responsável destaca que a Prefeitura tem respondido às requisições do órgão de forma genérica, sem apresentar um cronograma de convocações dos concursados ou justificativas individuais que comprovem a “excepcionalidade” exigida por lei para cada uma das 421 contratações.
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