
O programa Rádio Debate desta quinta-feira (5) trouxe a expectativa para o início das sessões ordinárias na Câmara de Vereadores de Santa Cruz do Capibaribe neste ano eleitoral e o projeto do Código Tributário Municipal.
O vice-prefeito Flávio Pontes falou sobre a reunião realizada na Prefeitura com representantes de entidades como OAB, CDL, Ascap, Ascont, entre outras instituições, para discutir o projeto que vem gerando debate nos últimos dias. Ele esclareceu a polêmica sobre a presença de vereadores no encontro. Segundo Flávio, houve um erro no texto divulgado pela assessoria, já que a reunião foi exclusiva com as entidades. O vereador Carlinhos da Cohab já estava na Prefeitura em outra agenda, questionou se poderia participar e acabou integrando a conversa de forma pontual.

O vice-prefeito afirmou que a gestão reconhece o equívoco na comunicação inicial e garantiu que o projeto não será votado sem uma discussão técnica, jurídica e amadurecida com as entidades. Ele destacou ainda que a proposta só teria viabilidade prática a partir de 2027, o que permitiria tempo para debate. Novos encontros devem ocorrer, inclusive com parlamentares.
Na sequência, a vereadora Jéssyca Cavalcanti participou por telefone e fez críticas à condução do processo. Ela afirmou que há falta de acompanhamento e direcionamento por parte da gestão, relembrou que o projeto tramitava em caráter de urgência e que o recuo só ocorreu após a repercussão gerada por seu alerta. A parlamentar também apontou falhas em outras situações, como a ausência de convite institucional aos vereadores para eventos dos 100 anos da Vila do Pará. “Há um ruído muito grande na gestão”, avaliou.

Jéssyca também falou sobre a expectativa para o retorno das sessões ordinárias, destacando que está motivada para os debates em tribuna.

Encerrando o tema legislativo, o presidente da Câmara, Augusto Maia, comentou sobre a retomada dos trabalhos nesta quinta (5), com votações e uso da tribuna. Ele também falou sobre os preparativos técnicos para a TV Câmara entrar em funcionamento e sobre o desafio de conduzir os trabalhos em um cenário político que tende a se acirrar ao longo do ano, incluindo a disputa interna no grupo governista entre Fábio Aragão e Diogo Moraes para a eleição estadual.















































