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Pernambuco é o segundo estado mais avançado no Censo 2022

 

 

No primeiro balanço do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgado nesta terça-feira (30) Pernambuco foi considerado o segundo estado mais avançado do Brasil com relação aos trabalhos de coletas das informações para o Censo 2022.

Pernambuco conta com 52,45% dos seus 17.560 setores censitários em coleta. O Rio Grande do Norte, que lidera a lista, tem 53%. Outro estado que completa o pódio é o Distrito Federal com 52,04%.

Já estados como Mato Grosso (21,81%), Roraima (25,75%) e São Paulo (29,63%) estão com os menores percentuais de setores trabalhados. Pernambuco já contou 3.669.878 pessoas em 1.279.897 domicílios. Dessa população, 1.721.988 (46,9%) são homens e 1.947.890 (53,1%) são mulheres.

Já 41.503 pessoas se declararam indígenas e 29.814 quilombolas.

Em todo o Brasil, até a segunda (29), haviam sido recenseadas, 58.291.842 pessoas em 20.290.359 domicílios no País. Dessas, 36,51% estavam na região Nordeste; 35,51%, no Sudeste; 11,87%, no Sul; 9,44%, no Norte; e 6,67%, no Centro-Oeste.

Recusa – em Pernambuco, 1,86% dos 1.279.897 domicílios visitados pelos recenseadores se recusaram a responder ao Censo 2022 no período de 1º de agosto, quando foi iniciado, até a segunda. O dado do estado ainda é menor que o nacional, que atinge 2,3%.

A Lei n° 5.534, de 14 de novembro de 1968, estabelece multa de até 10 vezes o valor do salário-mínimo vigente (R$ 1.212) para casos de primeira notificação e de até o dobro do limite para reincidentes na recusa. A infração é estendida aos que prestarem informações falsas.

O texto estabelece, ainda, que o pagamento da multa “não exonerará o infrator da obrigação de prestar as informações dentro do prazo fixado no auto de infração”. A penalidade é passível de recurso no prazo de 15 dias contados da intimação, ao Ministério do Planejamento e Coordenação-Geral.

Em Pernambuco, o IBGE informou que muitas das recusas têm se concentrado em condomínios verticais ou localidades de alto padrão. Apesar das negativas e do recurso de penalidade, o Instituto reforça que os esforços estão voltados para o convencimento e conscientização dos cidadãos sobre a importância de participar da pesquisa.

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