Na história: Há seis anos, falecia Fernando Aragão

Nesta quinta-feira, 20 de agosto, Santa Cruz do Capibaribe relembra com respeito e emoção os seis anos do falecimento de Fernando Aragão. Em 2020, partiu um dos nomes mais emblemáticos da vida pública e social do município, deixando uma lacuna que o tempo não apaga e uma história de dedicação permanente à sua terra.

Nascido em 1º de fevereiro de 1951, filho de Alcindo Bezerra Aragão e Maria Helena Aragão, Fernando construiu uma biografia entrelaçada ao crescimento de Santa Cruz do Capibaribe. Homem de gestos simples, trato afável e firmeza nas convicções, ficou conhecido pela postura gigante diante dos desafios do povo. Era o líder de escuta atenta, presença constante e diálogo aberto, que transformou a convivência comunitária em sua principal bandeira.

A despedida e a comoção que marcaram uma época

Enterro de Fernando Aragão – Foto: Agreg Comunicação / Blog do Bruno Muniz

Naquela madrugada de 20 de agosto de 2020, a notícia de sua partida aos 69 anos ecoou pelos microfones da Rádio Polo e comoveu profundamente toda a região. As homenagens espontâneas tomaram as ruas, a residência histórica da Rua Major Negrinho — onde viveu ao lado da esposa Ivone Aragão e de seus filhos — e o sepultamento no Cemitério São Judas Tadeu, reunindo aliados, opositores e a população em um abraço coletivo de gratidão e respeito.

Uma trajetória de serviços prestados e respeito público

A trajetória de Fernando Aragão atravessou diferentes frentes do desenvolvimento local:

  • Poder Legislativo: Ejerceu cinco mandatos consecutivos como vereador e presidiu a Câmara Municipal de Santa Cruz do Capibaribe com equilíbrio e altivez;
  • Vida Pública e Eleitoral: Disputou a Prefeitura Municipal mantendo sempre a coerência, o respeito aos cidadãos e o compromisso ético na política;
  • Setor Produtivo e Comercial: Atuou ativamente no comércio local, no Moda Center Santa Cruz e na diretoria da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), fortalecendo o polo de confecções.

Seis anos após sua partida, a lembrança de Fernando Aragão permanece viva nas esquinas, nas conversas do cotidiano e nos registros da história local como exemplo de homem público que preferiu a escuta ao confronto e a proximidade do povo a qualquer pedestal.

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