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Jessyca Cavalcanti fala de seu relacionamento com a gestão do prefeito Fábio Aragão

 

Vereadora foi entrevistada no Estúdio Livre

 

Vereadora esteve na Rádio Polo (Walter Miro/Blog da Polo)

 

Na manhã desta quarta-feira (30) a vereadora Jessyca Cavalcanti (PSDB) participou do programa Estúdio Livre da Rádio Polo, e dentre os temas abordou as últimas polêmicas envolvendo seu nome quanto a um pedido de vistas no projeto de abertura de crédito adicional suplementar encaminhado pela Prefeitura.

Sobre as cobranças incisivas que vem fazendo a gestão, com produção de vídeos em que mostra obras paralisadas ou não iniciadas, a vereadora usou como prerrogativa a postura de parlamentares de oposição e situação. 

“Qual é o papel de cada um? Antes eu tinha acesso ao prefeito e hoje não tenho mais. Quando a população escolheu Fábio para prefeito e Jessica para vereadora, é óbvio que vai haver as cobranças da forma que vem sendo”, comentou.

Jessyca relembrou que, obteve através da Justiça, as informações referentes a tentativa de venda do terreno localizado na Serra do Exu, onde seria construído o Atacadão. Ela pontuou que a Secretaria, à época (Beatriz Arruda), dizia que ela não teria direito por ser informações sigilosas.

Reforma da Previdência – Quanto ao projeto de reforma da Previdência, a vereadora reforçou que a gestão atropelou etapas e quis aprovar a todo custo. Após cobranças dela, a prefeitura optou por retirar o PL de pauta para discussão posterior. Jessyca deixou claro que é favorável a reforma, desde que seja discutido os pontos e haja mudanças que não prejudiquem os servidores municipais.

“Concordo e aceito que a reforma da Previdência tem que haver, mas vamos negociar os pontos para que seja bom para os servidores e para a Prefeitura. Não sou empecilho para governo”, esclareceu.

A fila anda… a vereadora opinou sobre a disputa pela Presidência da Câmara e defendeu abertamente o nome do seu companheiro de bancada Nailson Ramos. Sobre a “lista tríplice”, Jessyca afirmou que não vê com bons olhos uma mesa em que a gestão municipal, que só tem quatro vereadores, seja beneficiada.

“Acho que na política tem fila, nas outras eleições a gente sempre tinha maioria, mas sempre usava como pressuposto a fila. Nailson é meu nome de preferência, ele foi o vereador mais bem votado em 2016, em 2020 foi o mais votado do grupo (não da cidade), e quando perdemos há dois anos, Fábio ofereceu tudo para que ele migrasse, e ele se mostrou leal. É um cara que se predispõe e acho que o nome da fila agora é o dele.

Gilson e a lista tríplice

“Gilson é vereador de primeiro mandato, já fazia parte do grupo como secretário, mas existe uma diferença que secretário manda e vereador pede. Qualquer um do grupo terá meu voto, mas acho que o momento é de Nailson”, posicionou.

União entre as oposições

“Não me agrada essa história de lista tríplice porque o momento é das oposições e o resultado das urnas nos falam isso. É momento de as oposições estarem juntas e se organizarem, daí quando se pede um vereador do vermelho e coloca nesta lista tríplice quebra isso e Fábio passa a ter influência dentro da mesa”, concluiu.

Zé Augusto não…

Jessyca foi incisiva ao defender uma unidade das oposições, mas sem Zé Augusto.

“Ele precisa se decidir o que ele é. É oposição ou situação? Eu num gosto da ideia de Zé Augusto, mas sou bem pequenininha, sou apenas uma vereadora”, finalizou a parlamentar.

Vereadora foi entrevista por Sílvio José, Walter Miro e Eliton Araujo (Blog da Polo)

 

Ouça a entrevista na íntegra:

 

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