
O deputado federal e pré-candidato ao Senado, Eduardo da Fonte (PP), negou de forma veemente qualquer tipo de aproximação ou articulação política de bastidores com o ex-prefeito do Recife e pré-candidato ao Governo do Estado, João Campos (PSB). A declaração foi dada após rumores de que o parlamentar estaria abrindo canais de diálogo com a oposição socialista.
“Isso foi uma invenção da política para poder tumultuar o processo”, cravou Eduardo da Fonte, descartando categoricamente a existência de reuniões ou tratativas com João Campos.
Agenda ao lado da governadora e reafirmação de chapa
Como um gesto político de alinhamento ao Palácio do Campo das Princesas, o líder progressista cumpriu agenda pública na quinta-feira (16) ao lado da governadora Raquel Lyra (PSD). Ambos participaram das celebrações em homenagem a Nossa Senhora do Carmo, padroeira do Recife, acompanhando a Missa Solene Campal e a tradicional procissão que reuniu fiéis pelas ruas do centro da capital pernambucana.
Durante o evento religioso, Da Fonte aproveitou para elevar a fervura nos bastidores eleitorais ao reiterar que a pré-candidatura oficial da Federação União Progressista (composta por PP e União Brasil) ao Senado Federal é a dele.
Queda de braço interna mantida
A declaração do parlamentar joga mais combustível na disputa interna que ele trava contra o ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (União Brasil), pela vaga na chapa majoritária governista. Embora a executiva estadual da federação já tenha referendado o nome de Eduardo da Fonte por meio de votação interna majoritária, Miguel Coelho ignora o resultado do colegiado e segue em campanha ativamente pelo estado, defendendo sua viabilidade eleitoral e contando com a simpatia declarada da governadora para a indicação.















