Começa a maratona de convenções partidárias para homologar candidaturas em Pernambuco

O calendário eleitoral entra em sua fase mais decisiva a partir desta segunda-feira (20) com o início oficial do período das convenções partidárias. Esta etapa marca o momento em que as legendas e federações formalizam e homologam os nomes que disputarão os cargos majoritários e proporcionais no pleito de outubro, além de definirem as coligações oficiais e as estratégias de campanha.

Primeiro dia tem convenções do Podemos e da Federação de Esquerda

O pontapé inicial das definições partidárias em solo pernambucano promete movimentar os bastidores políticos ao longo do dia, com duas grandes mobilizações programadas:

  • Podemos: A legenda se reúne para oficializar sua chapa de candidatos à Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) e à Câmara Federal, incluindo o projeto de reeleição do deputado estadual Edson Vieira.
  • Federação Brasil da Esperança: Composta pela união entre o Partido dos Trabalhadores (PT), o Partido Comunista do Brasil (PCdoB) e o Partido Verde (PV), o grupo homologará suas candidaturas proporcionais e definirá sua posição no arco de alianças majoritárias.

Ao longo dos próximos dias, as demais siglas partidárias com representação no estado realizarão seus respectivos atos internos, fechando o quebra-cabeça das indicações para governador, vice-governador, senador, deputados federais e estaduais.

Expectativa pelas convenções majoritárias de PSD e PSB

Apesar do início das atividades de outras agremiações, as atenções do meio político estadual estão voltadas para os eventos do PSD e do PSB. As duas convenções são consideradas as mais aguardadas do calendário deste ano, pois vão sacramentar a polarização pelo comando do Palácio do Campo das Princesas.

O PSD homologará a candidatura da governadora Raquel Lyra, que buscará a renovação do mandato. Já o PSB confirmará o nome do ex-prefeito do Recife, João Campos, como o principal postulante da oposição ao governo do estado. Além do cumprimento dos ritos legais exigidos pela Justiça Eleitoral, os atos partidários de ambos os lados devem se transformar em grandes palcos de demonstração de força política, mobilizando caravanas, prefeitos, vereadores e militantes em uma prévia do tom que ditará as campanhas nas ruas.

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