As Curtinhas do Romenyck Stiffen

Oficial: O ex-prefeito de Santa Cruz do Capibaribe, Fábio Aragão, assumiu a condição de pré-candidato a deputado estadual e oficializou mais uma trama da novela Taboquinha.

Divisão: O grupo Taboquinha terá dois nomes para disputar a vagas na ALEPE em 2026, pois conta com o projeto de reeleição do deputado Diogo Moraes e agora com o estreante para disputa do referido cargo, Fábio Aragão.

Simbólico: Com o pronunciamento de Fábio no programa do prefeito Helinho Aragão, ficou claro que o pré-candidato da gestão é Fábio Aragão, pois o prefeito Helinho fez questão de convidar os vereadores para o programa, assim como os seus comandados da gestão.

7: Fábio já conta oficialmente com sete dos 12 vereadores da bancada situacionista. Com o apoio do prefeito Helinho Aragão e do vice-prefeito Flávio Pontes. A expectativa é que pelo menos mais dois vereadores possam declarar apoio ao projeto.

Desafios (I): Mas nem tudo são flores, Fábio tem desafios, a exemplo de ter que justificar o questionamento de que haveria dito que por uma questão religiosa estava saindo da política, mesmo isso não tendo acontecido e ficou muito claro na entrevista concedida a Rádio Polo, no programa Rádio Debate, do dia 18/06/2024, de que estava saindo da disputa de prefeito para 2024 e ao ser questionado sobre a possibilidade de disputar à ALEPE, ele afirmou naquele momento que não tinha esses planos, mas que não iria fechar portas para absolutamente nada.

Desafios (II): Outro questionamento que Fábio terá que enfrentar e apresentar respostas convincentes é sobre sua viabilidade para disputas e essa será silenciada no decorrer da apresentação dos apoios para além da famosa volta do serrote.

Desafios (III): Mas um dos principais pontos a ser monitorados são os “adversários internos”, que às vezes são piores que os adversários externos. A reação da família Moraes, Diogo Moraes e Oseias Moraes, ainda não foi aferida publicamente, após o recente pronunciamento de Fábio Aragão.

Posicionar (I): Ainda tem gente importante que falta se posicionar, como por exemplo: os vereadores Doutor Nanau, Irmão Soares, Deomedes Brito, Tallys Maia e até Carlinhos da Cohab, mesmo o último tendo dado claros sinais de que estará com Diogo. Além de nomes como os do ex-prefeito José Augusto Maia e Toinho do Pará.

Posicionar (II): Mas não é apenas no grupo de situação que tem gente com dificuldades de se posicionar, apesar de dar sinais de que estará com o “candidato do grupo”, o vereador Caetano Motos tem nítidas dificuldades de cravar publicamente seu apoio ao deputado estadual Edson Vieira.

Falando nele: Apesar da pré-candidatura de Fábio afetar diretamente o projeto de reeleição de Diogo Moraes, não deixa de atrapalhar, também, Edson Vieira na região, e aliados de Edson já nos confidenciaram a preocupação.

Fantasma: Mas um fantasma que nitidamente preocupam os aliados de Edson são as questões jurídicas que insistem em aparecer sempre que eleições se aproximam, após uma condenação no dia 02/07/2025, devido uma ação movida pelo Ministério Público de Pernambuco, apontando utilização indevida de recursos públicos para promoção pessoal, em matéria do último sábado, 02/08, o Diário de Pernambuco, depois outros meios de comunicações, começaram a propagar uma ação ajuizada pelo município contra Edson em relação a obra do Centro de Artesanato.

A ação: Necessário destacar que por enquanto o processo ainda está correndo e que as partes vão apresentar as suas argumentações no prazo de 15 dias estabelecidos pela juíza do TJPE, Juliana Braz de Oliveira.

Julgamento Popular: Edson Vieira já enviou nota à imprensa e se pronunciou em redes sociais destacando que “No caso específico do Centro de Artesanato, é preciso destacar que a contratação da empresa executora da obra seguiu os trâmites legais, cabendo à mesma a responsabilidade técnica pela execução do projeto. A tentativa de imputar dolo ao ex-prefeito não encontra respaldo nos fatos e será devidamente enfrentada no curso do processo, com a apresentação das provas necessárias que demonstrarão a completa inexistência de prejuízo ao erário e de má-fé por parte do deputado”. O problema sempre é o julgamento popular que corre mais rápido que o da justiça.

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