
O presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), deputado Álvaro Porto (PSDB), manifestou-se oficialmente sobre as denúncias de uma suposta estrutura de monitoramento político envolvendo a Polícia Civil. Em tom crítico, o parlamentar — que também é policial civil de carreira — defendeu a instituição e direcionou a responsabilidade dos fatos aos emissores das ordens.
Álvaro Porto afirmou que não aceitará que a corporação seja colocada em conflito com a sociedade ou com outros poderes. “Como policial civil e defensor da instituição, não aceito que nos coloquem em conflito com a corporação. A responsabilidade por ordens erradas recai sobre quem as emitiu”, declarou o deputado. Ele prestou solidariedade ao prefeito João Campos (PSB), principal alvo mencionado nas denúncias divulgadas pela TV Record.
O presidente da Alepe destacou a necessidade urgente de esclarecer quem autorizou o uso de recursos públicos para o que chamou de “perseguições e espionagem política”.
Porto assegurou que o Poder Legislativo acompanhará o caso de perto e manterá a cobrança por uma investigação isenta. “Não vamos permitir que práticas autoritárias voltem a nos assombrar. Da Alepe, vamos seguir cobrando uma apuração séria”, pontuou.















