
Zero: Basicamente está caindo no senso comum entre “aliados” do prefeito de Taquaritinga do Norte, Lero, de que apesar de ser um exemplo na administração, sua articulação política não funciona. Essas opiniões não são mais de bastidores e publicamente nomes importantes como o ex-prefeito e secretário de agricultura, Zeca Coelho, e o vereador João Eugênio fizeram questão de expor essa fragilidade da gestão.
Falando nisso: Sem conseguir emplacar projetos importantes na Câmara de Vereadores de Santa Cruz do Capibaribe, a exemplo do empréstimo para construção do hospital e a reforma da previdência, e não sair do canto nas negociações com os professores, está mais do que nítido que a articulação política do poder executivo municipal não vem funcionando a contento. A gestão Fábio Aragão passa por um dos momentos mais difíceis de seu governo e parece que não encontra uma fórmula para resolver.
Delicado: Por falar em momento delicado e não resolver o reajuste dos professores, a gestão Edilson Tavares, em Toritama, assanhou um formigueiro em uma área que estava caminhando, pelo menos visualmente, bem. Na última sessão ordinária da Câmara de Vereadores de Toritama, a gestão enviou um projeto em caráter de urgência onde, segundo a categoria de professores, irá alterar o plano de cargos e carreiras e não passou por uma discussão com a categoria.
Aprovado: O referido projeto foi aprovado em primeira votação, mesmo com a categoria fazendo o apelo para que o projeto fosse retirado para ser discutido com os professores. A segunda votação será na próxima sessão, provavelmente quarta-feira 31/05, e a expectativa é que os professores participem em peso da sessão.
Reajuste: Segundo representantes da gestão, a exemplo do secretário de governo, Sérgio Colin, que usou a tribuna na última sessão, e apontou que o projeto não estaria relacionado ao reajuste da categoria, que até o momento ainda não foi concedido, e reunião para tratar do tema já foi marcada e desmarcada pela própria gestão.
Esperança: Em relação ao reajuste, membros da gestão, mesmo sem as negociações, apontam que a gestão irá conceder o reajuste, sem dá sinais de quanto e a partir de quando. Em entrevista à Rádio Polo, em anos anteriores, o prefeito Edilson chegou a destacar que seria necessário perguntar aos demais prefeitos da região o motivo de não conseguirem conceder o reajuste. Será que a referida pergunta já se encaixa ao prefeito Edilson Tavares?
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