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Seguindo a cobrança pelo reajuste salarial da categoria, os professores de Santa Cruz do Capibaribe realizam uma paralisação de advertência nesta sexta-feira (14). Com isso, alguns alunos tiveram suas aulas suspensas. Outras unidades escolares e creches tiveram aula normalmente.
Os professores alegam que a gestão do prefeito Fábio Aragão não tem sinalizado que deseja conceder o reajuste de 14,95%. No último dia 28 de março, os professores decretaram estado de greve após uma assembleia ocorrida na Câmara de vereadores.
Além do reajuste, a categoria deliberou sobre diversas cobranças, como a entrega do fardamento escolar, a conclusão de escolas e creches no município que sem encontram com as obras em atraso e a ausência de cuidadores para alunos com necessidades especiais.
Confira a pauta de reivindicações da categoria:
- A entrega dos fardamentos no início do ano letivo;
- A conclusão urgente das escolas e creches, que estão em atraso;
- A conclusão da climatização das escolas, cujos equipamentos foram comprados há anos;
- A resolução da situação das salas de aulas que estão lotadas;
- Que existam cuidadores para todos os alunos com necessidades especiais;
- A implementação urgente de um plano de alfabetização (que foi prometido, mas não foi entregue);
- A implementação urgente de reforços escolares, pois ainda existem na Educação os reflexos do período da Pandemia;
- A implementação da gestão democrática em todas as escolas municipais;
- O uso correto dos recursos Financeiros da Educação (FUNDEB);
- O fim da suplementação da previdência com recursos do FUNDEB, ato inconstitucional da prefeitura, que se
- caracteriza como desvio de finalidade dos recursos públicos da Educação;
- A valorização dos salários dos contratados, que recebem abaixo do que merecem;
- E a concessão do reajuste salarial dos professores e a valorização na carreira, que é lei, e todo ano deve ocorrer, de acordo com as próprias leis;















