
A edição desta quinta-feira (20) do programa Rádio Debate, da Rádio Polo, analisou os principais fatos da política pernambucana, destacando as movimentações para o Senado, os desdobramentos judiciais sobre a divisão do guia eleitoral e o pedido de impeachment protocolado contra a vice-governadora Priscila Krause.
Edson Vieira oficializa apoio a Mendonça Filho ao Senado

O programa destacou inicialmente o anúncio oficial feito pelo deputado estadual e candidato à reeleição Edson Vieira (Podemos) em favor da candidatura de Mendonça Filho (PL) ao Senado Federal. O ato reuniu lideranças do grupo Boca-Preta de Santa Cruz do Capibaribe, como a ex-deputada Alessandra Vieira, o ex-vice-prefeito Joselito Pedro e vereadores aliados, consolidando a chapa majoritária do grupo político para o pleito.
Disputa pelo tempo de rádio e TV: Justiça dá 24h para coligação de Raquel Lyra

Outro ponto central debatido foi a decisão do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), trazida pelo Blog Cenário, sobre o tempo de propaganda eleitoral. O desembargador eleitoral Paulo Machado Cordeiro concedeu prazo de 24 horas para que a coligação encabeçada pela governadora Raquel Lyra (PSD) se manifeste a respeito do pedido de “retirada imediata” da Federação PSDB-Cidadania de sua composição.
A provocação foi enviada pelo interventor da federação em Pernambuco, Aécio Neves, defendendo a neutralidade partidária definida em convenção extraordinária. O impasse afeta diretamente o cálculo do guia eleitoral na TV e no rádio — cuja distribuição oficial pelo tribunal está prevista para esta sexta-feira (21) —, podendo impactar a soma de tempo entre os principais palanques na disputa estadual.
Oposição protocola pedido de impeachment contra Priscila Krause na Alepe

Por fim, a bancada abordou o pedido de impeachment ingressado na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) pelos deputados estaduais da bancada de oposição Sileno Guedes, Rodrigo Farias e Romero Albuquerque contra a vice-governadora Priscila Krause.
A representação tem como base apontamentos de auditoria federal que identificou supostas irregularidades e cobrança de devolução ao SUS por parte da maternidade privada administrada por Jorge Branco, marido de Priscila. Os deputados sustentam que, durante períodos em que assumiu interinamente o governo, foram autorizados decretos orçamentários na casa dos R$ 200 milhões que contemplaram a unidade de saúde, além de nomeações em setores administrativos da Secretaria Estadual de Saúde responsáveis pela liberação de pagamentos. O pedido agora aguarda os trâmites regimentais da Mesa Diretora da Alepe.
Ouça ou assista o programa completo abaixo.















