“Tenho certeza”, afirma Diogo Moraes ao acusar institutos de manipular pesquisas para o Governo de PE

Foto: Toninho/Assessoria

O deputado estadual Diogo Moraes (PSB) subiu o tom contra os institutos de pesquisa Veritá e Simplex durante entrevista ao programa Rádio Debate, da Rádio Polo, na manhã desta quinta-feira (9). O parlamentar afirmou que os números apresentados por essas empresas, que mostram um cenário de empate técnico entre João Campos (PSB) e Raquel Lyra (PSD), seriam “tendenciosos” e estariam “manipulando” a realidade eleitoral.

Diogo questionou a credibilidade do instituto Veritá, citando supostas inconsistências em números divulgados recentemente na Paraíba, e direcionou críticas específicas à Simplex. Segundo o deputado, o fato de a empresa possuir contratos com o Governo do Estado comprometeria a isenção dos resultados apresentados em Pernambuco.

“A Simplex tem contrato com o Governo do Estado para pesquisas […] infelizmente está se prestando a um serviço na qual as pesquisas que não têm nenhum vínculo com o Governo e sim com pesquisas nacionais, elas mostram o que a gente sente nas ruas e o peso de cada região. Para uma pesquisa dessa dar empate, João tem que estar perdendo ou empatando ou ganhando com muito pouco na Região Metropolitana, o que de fato não é verdade”.

Aposta no Real Time Big Data 

Das três pesquisas publicadas nesta semana, o parlamentar defendeu apenas os números do instituto Real Time Big Data, que aponta uma vantagem de 17 pontos para o ex-prefeito do Recife. Para Diogo Moraes, este levantamento é o único que mantém uma “linha de racionalidade” com o sentimento observado nas ruas e com a aprovação popular de João Campos no Recife.

“Se você pegar a Real Big Data, que é um instituto sério e que vem aferindo Pernambuco e o Brasil com pesquisas sérias, a gente vê uma linha de racionalidade e é vista nas ruas, ela tem uma diferença de 17% a 20%. […] não houve nenhum movimento drástico em Pernambuco que faça alguém perder de 10% a 12% de um mês para o outro”.

O deputado finalizou reforçando que os índices de aprovação de João Campos no Recife, que segundo ele chegam a 75%, inviabilizariam estatisticamente um cenário de empate técnico em todo o estado no atual momento.

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