RESUMÓRIO, com o professor Tenório

 

 

SAUDADE – Muita gente em Santa Cruz estava com saudade de votar 45. Quem é verde e já foi azul, quem era vermelho e virou azul e quem sempre foi azul. Quase todos fechados com Raquel Lyra para Governo do Estado. A primeira eleição com o 44 não deu alegria aos filhos da terra que foram candidatos pelo União Brasil.

JUNTOS – Os adversários de 2024 estão em sua maioria unidos pela delegada. Raquel Lyra, que lidera as pesquisas de intenção de voto no segundo turno, caso seja eleita governadora terá muita gente aliada fazendo pedidos para Santa Cruz. Quero mesmo ver quem será da cozinha, da sala, do quintal e da calçada da governadora. Também quero ver quem será atendido primeiro e quem ficará na 49ª posição na fila de reuniões.

OBRAS – Com a maioria das lideranças políticas de Santa Cruz apoiando Raquel Lyra, se ela for eleita e a cidade não receber muitas obras do governo estadual não sei o que os políticos dirão numa próxima eleição.

AUMENTO – Da Santa Cruz da década de noventa para cá, aumentou significativamente a quantidade de eleitores e de pessoas não satisfeitas com o trabalho de muitos políticos. As urnas são sempre uma caixinha de surpresas.

DESUNIÃO – Os discursos nas últimas reuniões da Câmara de Vereadores de Brejo da Madre de Deus dos parlamentares Silvano e Maria José escancararam a desunião no grupo azul de lá. Não chega a ser como os grupos musicais Psirico e Samba Trator não, mas a situação é tensa e delicada.

IGUAL – E os Bocas Pretas do Brejo estão seguindo os mesmos passos dos Taboquinhas de Santa Cruz e Calabar de Taquaritinga, lavando roupa suja publicamente. É rede social, rádio, tribuna de câmara… Local não é problema, basta um mote. Uma votação não satisfatória ou não eleição de candidato apoiado é um prato cheio.

BRAÇOS ABERTOS – Raquel Lyra não declara voto para presidente e está de braços abertos para todos, feito jogador do Flamengo na área, que só o VAR não vê. Quase todo dia de campanha é anunciado o apoio de um prefeito.

O MAIS REJEITADO – O governador de Pernambuco, Paulo Câmara, até parece personagem de filme de terror. É assustador a forma como as candidatas Marília Arraes e Raquel Lyra tentam se livrar da associação ao nome dele.

CASOS DE FAMÍLIA – E não pensem que divergências por questões políticas acontecem só no grupo de WhatsApp da família e no almoço de domingo com a galera da perifa, não. O filho do cantor Leonardo e o Júnior, irmão da Sandy, não aliviaram nas suas declarações sobre as escolhas políticas do pai e do tio.

O MENINO E O CAPITÃO – E após duas eleições sem um posicionamento político mais contundente para Presidente da República no segundo turno, a deputada estadual Alessandra Vieira e o ex-prefeito Edson Vieira declararam publicamente voto e apoio a Bolsonaro. Como esperado, agradaram uns e desagradaram outros tantos. Se foi bom ou ruim eleitoralmente, só saberemos quando as urnas forem abertas em mais uma eleição municipal.

VOTO SECRETO – Algumas lideranças políticas de Santa Cruz ainda tentam não se posicionar nacionalmente, mas como diz o ditado budista e resumorista, não se esconde por muito tempo o sol, a lua, a verdade e o voto para presidente. Para José Augusto Maia, este ano, apenas o voto para deputado estadual foi secreto, os outros ele revelou tranquilamente.

ÊXODO – Se a cada dois anos os que ficarem em terceiro lugar na eleição saírem dos grupos de WhatsApp, ficarão sem presença, trabalho, representatividade e coração nas discussões dessa importante rede social.

“Não me queiram mal. Apenas pensem nisso, enquanto lhes digo que fica o dito para ser rido.”

As opiniões expressas nesta coluna são de responsabilidade do seu autor

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