10 de fevereiro de 2021

RESUMÓRIO – com o professor Tenório

SEMELHANÇAS – Na primeira gestão de Edson Vieira, tivemos um mutirão de limpeza e Alessandra Vieira pintando um meio fio. Na gestão de Fábio Aragão, estamos acompanhando um mutirão de limpeza e Carlinhos da Cohab limpando o chão da casa de apoio em Recife. Só falta Fábio inventar um torneio de vôlei na areia do Rio Capibaribe.

IGUALDADE – A proposta de Fábio Aragão durante toda sua campanha era fazer uma gestão completamente diferente do seu antecessor. Pelo menos na negociação com servidores e no projeto de lei em regime de urgência para parcelamento do Santa Cruz Prev, percebemos mais semelhanças do que diferenças. Edson se irritava quando o comparavam a Zé Augusto. Suponho que Fábio não fique muito feliz quando comparado a Edson.

BURACO TAPADO – O vereador Zezin Buxim dizia que a vida de vereador era complicada por que se não conseguisse conquistar o calçamento da rua da própria casa, os vizinhos reclamariam da falta de prestígio. Mas se conseguisse, os vizinhos diriam que só calçam, porque mora um vereador na rua. O prefeito Fábio Aragão fez uma das muitas aparições nas suas redes sociais falando de um buraco tapado no caminho da Malhada. O detalhe é que o buraco era bem antes da Malhada e bem próximo do acesso a sua casa. Ainda bem que os vizinhos dele não são como os vizinhos de Zezin.

O MELHOR – Com pouco mais de um mês de Capilé no comando da casa do povo, há quem diga que Augusto Maia foi melhor presidente do que Capilé está sendo. Melhor na presidência e melhor no Playstation. Eles jogavam muito juntos quando eram da mesma bancada.  Esse impasse com a imprensa deveria ser resolvido numa melhor de três entre o presidente e um representante da imprensa no Playstation.

VACINADOS – Quando se imaginava que o presidente Capilé iria baixar um decreto só permitindo a entrada de profissionais de imprensa que tivessem tomado as duas doses da vacina contra a covid-19, eis que após protestos e uma imensa repercussão negativa, ele convida a imprensa para uma reunião no mesmo ambiente que estamos proibidos de entrar.

PAGOU OU RECONHECEU? – Alguns simpatizantes do vereador Capilé insinuaram nas redes sociais que o incômodo dos profissionais de imprensa era por que não estavam recebendo dinheiro da Câmara. Com a reunião e flexibilização do acesso ao plenário, Capilé reconheceu que estava errado ou pagou a imprensa?

NÃO MUDOU – Na reunião com a imprensa, Capilé não revogou a decisão de restrição até o dia 23 de fevereiro, mas se comprometeu a revogar, caso o MP prorrogue a recomendação. Também disse que caso haja alguma reunião extraordinária nesse período carnavalesco, isso sim é uma reunião EXTRAORDINÁRIA, o acesso estaria garantido.

MUDOU – Permitiu que a imprensa usasse o plenário da casa no dia a dia, mas não liberou o acesso à parte administrativa. Apesar da minha tentativa, podemos usar o plenário, mas o banheiro de baixo não, só o de cima. Outra coisa, o futuro espaço da imprensa não será na garagem como se ventilou nos bastidores. Será construída uma nova sala. Ainda bem, eu já ia começar uma campanha por mais graxa naquela porta de esteira da garagem, pois é muito pesada.

TRÊS DE SALDO – Já que está na moda Capilé reconhecer os erros, não foram poucos nesses quarenta dias como presidente, o vereador Gilson Julião deveria reivindicar mais três minutos no uso da tribuna na próxima reunião ordinária, para compensar os três que o presidente disse que ele não tinha direito. Nesse caso, o discurso de Gilson na próxima reunião seria de treze minutos.

CAFÉ EM PAUTA – Mais uma vez o café da Câmara de Vereadores vira pauta. É uma peitica atrás da outra nessa gestão de Capilé. As informações davam conta de que só estava autorizado subir café para os gabinetes até as dez horas da manhã. Conheço gente que já iria amanhã com a própria garrafa de café debaixo do braço. Na tarde dessa quarta-feira (10), o presidente disse que nem ele nem o diretor da casa sabiam dessa história e garantiu que o café está liberado após as dez também.

SEM LUGAR MARCADO – Uma peculiaridade da primeira reunião ordinária na Câmara de Vereadores de Santa Cruz foi a correria de alguns vereadores para escolher o lugar de sentar. Assim como nas escolas, o entendimento dos novatos era de que não havia lugar marcado. Por isso que ficou um pouco confuso o lugar de cada bancada. Teve gente dizendo que queria mesmo ver pegarem seu lugar.

“Não me queiram mal. Apenas pensem nisso, enquanto lhes digo que fica o dito para ser rido.”

As opiniões expressas nessa coluna são de responsabilidade do seu autor

Postado por: Walter Miro

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