24 de janeiro de 2022

As Curtinhas do Romenyck Stiffen

 

 

É de estranhar: Fazia mais de uma década que o grupo Taboquinha chegava o ano de eleição apresentando calmaria ao seu eleitorado. Pois é, o ano de 2022 chegou e a cada dia que passa o pleito se aproxima e até o momento, para quem não vive dos bastidores, não está reconhecendo o grupo Taboquinha que voltou ao poder após a vitória do prefeito Fábio (PP) em 2020.

Força política: Publicamente o prefeito Fábio vem defendendo os nomes que apoiará no pleito de 2022 para deputado estadual e federal, são as pré-candidaturas de reeleição de Diogo Moraes (PSB) e Eduardo da Fonte (PP), respectivamente. Sempre é muito difícil, mesmo quem está no poder, unir o grupo em apoio ao deputado federal, mas será um desafio para Fábio, mostrar “unidade dos Taboquinhas” em apoio ao deputado estadual que é filho da terra e mesmo cada eleição sendo uma história, é crucial apresentar sua força política nas urnas frente aos seus adversários, pois o duelo de filhos da terra ao cargo de deputado estadual não deixa de ser um termômetro de força política.

E a unidade?: Como já tratamos em outros momentos, é quase impossível José Augusto Maia (Republicanos), apoiar uma candidatura de Eduardo da Fonte para federal. Existe a possibilidade de o próprio Zé sair candidato ou apoiar a pré-candidatura de reeleição de Silvio Costa Filho (Republicanos). Mas, como está a articulação do prefeito Fábio e do próprio Diogo Moraes, em relação à disputa da manutenção da cadeira da Alepe para o grupo? Os principais agentes políticos da família Maia, vereadores do grupo de situação e secretários de governo estão todos em unidade neste quesito?

Pontas soltas: Nos bastidores, tem vereadores que ainda não declararam seu apoio público a Diogo, não vou falar agora dos secretários, que afirmam que não é o momento e precisam, ainda, conversar. Ou seja, existem pontas soltas, mas publicamente, tudo transcorre bem, contudo, só não sabemos até quando.

Inverso: Enquanto isso, no grupo Boca Preta, por mais que os principais nomes apontem publicamente que estarão unidos para manter a cadeira na Alepe, seja com o “improvável” projeto de reeleição de Alessandra Vieira (PSDB) ou com a “provável” pré-candidatura de Edson Vieira (PSDB), é na disputa do cargo de federal que o grupo vem apresentando sua maior fragilidade, mesmo, repito, sendo muito difícil os grupos saírem unidos para o referido cargo.

Irreversível: É perceptível que desde derrota nas urnas em 2020 que o ex-prefeito Edson Vieira (PSDB) e o ex-vice prefeito Dida de Nan (PSDB), não falam a mesma língua. Dida já afirmou publicamente que tem momentos que é necessário andar com as próprias pernas e tudo indica que utilizará o cargo de federal para medir forças em 2022, pois recentemente também afirmou que o seu apoio a Mendoncinha é irreversível.

Só conversar: Nos bastidores, é só conversar com aliados da família Vieira e se perceberá que no clã não é visto com bons olhos o apoio de Dida a Mendoncinha, assim, como, ao conversar com aliados de Dida, ficará visível o afastamento político com a família Vieira, mesmo para os que dizem que apoiam Edson ou Alessandra, por Dida.

A novela: Após uma derrota humilhante nas urnas, saindo do poder ao terceiro lugar, o que grupo Boca Preta menos precisa é de uma novela para chamar de sua. Contudo, os primeiros capítulos já estão sendo escrito nos bastidores e já são sentidos de forma muito forte nas malas e alfinetadas públicas.

Fica ligado: Logo mais às 17h, tem mais bastidores políticos de nossa região, é só ficar sintonizado na Rádio Polo e acompanhar nossas Curtinhas em Áudio.

 

As opiniões expressas nesta coluna são de responsabilidade do seu autor

Postado por: Walter Miro

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