7 de abril de 2020

Após mudanças visando pleito de outubro, Câmara de Vereadores reduz número de partidos representados em Santa Cruz

Após mudanças, sete partidos estão representados na casa, anteriormente eram 10 (Walter Miro)

Apesar de não terem acontecido grandes alterações nas bancadas, houve uma mudança no cenário da Câmara de Vereadores de Santa Cruz do Capibaribe, e esta mudança poderá ter continuidade após o pleito de outubro.

Em legislaturas anteriores, com o objetivo de ocupar um número maior de cadeiras em prol de dar sustentação a um governo, a cidade conheceu os “chapões” e “chapinhas”, onde o objetivo era de atingir o máximo de vagas na Casa, independente de que isso representasse uma fragmentação maior no número de partidos representados.

Até a mudança de legendas da última semana, visando as eleições de outubro, cinco partidos ocupavam uma cadeira na casa (Solidariedade, PTC, PSD, MDB e PL), representando em grande parte dos quatro anos, a bancada de situação ao governo Edson Vieira, até o retorno de Joab para a oposição e o período em que Ronaldo Pacas esteve apoiando o projeto político do deputado Diogo Moraes. A situação ainda contava com o PSDB, com três parlamentares.

A oposição era representada também de maneira fragmentada entre os partidos, com o Podemos (3 vereadores, considerando que Capilé se elegeu pelo partido), PTB, PSB e PT, cada um com dois vereadores.

Após as mudanças dos parlamentares buscando a reeleição, a Câmara deixa de ser representada por 10 e passa a ter sete partidos, dispostos em três bancadas.

O PSB passou a ser a maior bancada da casa, com cinco vereadores e inclusive com duas cadeiras na mesa-diretora e um pré-candidato a prefeito: Augusto Maia, Helinho Aragão, Júnior Gomes, Marlos da Cohab e Toinho do Pará.

O MDB foi o partido que numericamente, mais cresceu, passando de um para quatro parlamentares, onde todos serão candidatos à reeleição: Irmão Val, Nailson Ramos, Pipoca e Ronaldo Pacas.

O PSDB permaneceu com três vereadores, apesar de ter perdido Pipoca para o MDB, recebeu a adesão da líder do governo, Jéssyca Cavalcanti, anteriormente no PTC. A legenda continua com Zé Minhoca e Dr. Nanau.

O Progressistas, anteriormente não representado, passa a ter dois vereadores que também devem estar em disputa em outubro: Carlinhos da Cohab e Joab do Oscarzão.

Outro partido que passa a ter representatividade na casa é o PCdoB, que recebeu nos seus quadros o vereador decano da casa, Ernesto Maia.

O PT perdeu uma cadeira, ficando apenas com o vereador Deomedes Brito.

O PSD, agora na terceira via, segue com uma vaga na Câmara, ocupada por Capilé da Palestina.

Postado por: Walter Miro

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