13 de dezembro de 2021

“Polo de Confecções não pode ser exposto a uma concorrência desleal”, Armando Monteiro se posiciona contrário a zerar alíquota de produtos asiáticos

O ex-senador da República, Armando Monteiro, se posicionou contrário ao possível acordo comercial entre o Brasil e países asiáticos como Vietnã, Indonésia e Coreia do Sul, que pode zerar a taxa de importação da confecção.

A pauta que prejudica o Polo de Confecções, tem sido debatida nas duas últimas semanas e diversos políticos, dentre eles os deputados estaduais Diogo Moraes, Alessandra Vieira e Erick Lessa, bem como de deputados federais e senadores.

Armando Monteiro destacou os números da região, que gira algo em torno de R$ 5 bilhões anuais, emprega mais de 200 mil pessoas de forma direta e indireta, que produzem mais de 800 milhões de peças.

“Não há a menor condição de acontecer uma redução abrupta das alíquotas. O Polo de Confecções não pode suportar esta concorrência desleal porque está em franca desvantagem em relação aos produtores asiáticos. O setor padece do chamado Custo Brasil e do Custo Pernambuco, com deficiências na infraestrutura, preços altíssimos de insumos como energia, água e do próprio tecido, além de um ambiente de negócios que em Pernambuco penaliza o empreendedor”, afirma Armando.

O ex-senador, que é Conselheiro emérito da Confederação Nacional da Indústria (CNI), destaca que a entidade, em parceria com Associação Brasileira de Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT), defende essa posição na interlocução com o Governo Federal.

“A Confederação Nacional da indústria se posiciona contra qualquer redução intempestiva de alíquota, e que possa prejudicar o segundo maior Polo de Confecções do País, um dos que mais gera emprego e renda em Pernambuco, e que sustenta a economia local. Não vamos permitir isto”, afirma Armando Monteiro.

Gilson Machado garante veto presidencial a proposta

Em evento voltado aos membros que integram o grupo de Direita em Santa Cruz do Capibaribe, o ministro do Turismo Gilson Machado, falou que tanto Paulo Guedes (ministro da Economia) como o presidente Bolsonaro, irão vetar essa proposta. – Relembre.

Postado por: Eliton Araujo

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