2 de fevereiro de 2021

Rádio Polo homenageia os 70 anos de Fernando Aragão

Na edição de ontem (1º) do programa Estúdio Livre, da Rádio Polo, Fernando Aragão, foi homenageado. O empresário e político falecido no ano passado em decorrência de complicações provocadas pelo Covid-19, enquanto articulava sua terceira candidatura a prefeito do município e sua quarta disputa em chapa majoritária na Capital da Moda.

Familiares e admiradores de Fernando enviaram mensagens que foram reproduzidas no programa, relembrando feitos administrativos de Fernando Aragão ao longo de mais de 30 anos de vida pública.

Vereador em cinco mandatos, Fernando Aragão tem uma extensa longa de serviços prestados ao município e representantes de vários segmentos deixaram mensagens de agradecimento pela convivência com Fernando.

Acompanhe a edição de ontem do programa:

Postado por: Walter Miro

1 de fevereiro de 2021

Rádio Debate homenageia Aragãozinho e relembra campanha de 1992

A edição desta segunda-feira do programa Rádio Debate prestou homenagem ao ex-prefeito Aragãozinho, falecido na última sexta-feira (29). Quem participou do programa foi José Augusto Maia, vice-prefeito de Aragãozinho entre os anos de 1993 e 1996.

José Augusto contou detalhes inéditos e histórias daquela eleição onde o então grupo Cabecinha venceu uma disputa eleitoral após 24 anos.

Músicas da campanha, ferramentas como o uso do marketing político profissional, o ambiente das tradicionais “malas” e a escolha dos nomes que fizeram parte da chapa majoritária naquele ano também foram lembrados por José Augusto Maia, que revelou que chegou a pretender disputar o cargo de vereador, sendo indicado a vice pelo grupo, que também tinha como pré-candidato Fernando Aragão.

Acompanhe abaixo o programa na íntegra:

Postado por: Walter Miro

1 de fevereiro de 2021

Se vivo fosse, Fernando Aragão faria hoje 70 anos

Falecido em 20 de agosto de 2020, o empresário e ex-vereador por Santa Cruz do Capibaribe, Fernando Aragão, faria nesta segunda-feira (01) 70 anos.

Filho de Alcindo Bezerra Aragão e Maria Helena Aragão, Fernando era sobrinho de Raymundo Francelino Aragão, primeiro prefeito eleito do município e tinha o maior sonho de ser gestor do município.

A vida na política teve início ainda antes mesmo das suas disputas. Em 1982, participou de forma efetiva da campanha de Pedro Filho e Marluce Aragão (sua irmã), candidatos a prefeito e vice, em Santa Cruz do Capibaribe.

Já em 1986, Fernando Aragão esteve engajado na campanha vitoriosa de Miguel de Arraes de Alencar para governo do estado de Pernambuco.

No entanto, a primeira disputa com seu nome nas urnas, aconteceu em 1988, filiado ao então PMDB e com o slogan ‘seriedade e competência’. Fernando venceu e seguiu na oposição, já que o prefeito eleito à época foi Ernando Silvestre, derrotando Oseas Moraes.

Em 1992 Fernando obteve nas urnas conquista dupla, sendo reeleito como o mais votado e vendo Aragãozinho derrotar Salete Jordão, para prefeitura, sob o slogan “É questão de justiça”.

No ano de 1996, ele disputou a primeira vez na chapa majoritária, sendo candidato a vice-prefeito ao lado do Padre Bianchi Xavier. O resultado foi de derrota diante da dupla Ernando Silvestre e Zé Elias (in memoria).

Em 2000, Fernando tentou ser prefeito de Santa Cruz pela primeira vez, disputando o cargo pelo PDT e ficou na terceira posição por uma via alternativa. Na ocasião, José Augusto Maia foi eleito e Ernando Silvestre ficou em segundo.

Após a experiência na eleição de 2000, Fernando retornou à Câmara de Vereadores vencendo consecutivamente em 2004, 2008 e 2012 completando cinco mandatos e presidiu, por duas oportunidades, a Casa Dr. José Vieira de Araújo.

Em 2016, Fernando disputou aquela que representou sua última campanha eleitoral. Ao lado do empresário Cleiton Barbosa, ele competiu de forma acirrada perdendo por menos de mil votos, para o prefeito eleito Edson Vieira.

Fernando Aragão estava em pré-campanha para mais um pleito, quando foi acometido pela Covd-19, em julho de 2020. Após exatamente um mês internado na Unimed Caruaru, em sua maioria na UTI, Fernando faleceu aos 69 anos.

Fernando deixou viúva a senhora Ivone Aragão e três filhos: Simone, Felipe e Fábio Aragão, que assumiu o posto eleitoral daquele ano e venceu os concorrentes Dida de Nan e Allan Carneiro.

Postado por: Janielson Santos

18 de agosto de 2020

Pedido de Tombamento das fachadas antigas de Santa Cruz do Capibaribe é protocolado por pesquisadores na prefeitura

Residência que pertenceu ao Coronel Luís Alves da Silva (Marivaldo Andrade)

Entende-se por patrimônio histórico, toda aquela edificação ou conjunto arquitetônico considerado antigo, e que exerce certa relevância na comunidade. Cada construção possui características e estilo próprio à uma determinada época e traz consigo uma extensa bagagem temporal e traduz um espaço-tempo próprio à edificação.

Há em Santa Cruz do Capibaribe, especificamente na Avenida Padre Zuzinha, importantes remanescentes da Arquitetura Eclética, construídos entre os séculos XIX e XX, que carregam em si uma grande parcela da história do nosso município e sobretudo, oferecem uma visão que a cada dia vem desaparecendo, dos primórdios da formação de nossa sociedade.

É importante que tais fachadas sejam preservadas para que esta e as próximas gerações tenham essa visão, de que entender que recuamos ao passado, tentando compreendê-lo, para podermos entender o presente.

São essas edificações que guardam em si, a memória e o sentimento afetivo de uma Santa Cruz saudosa, além de representarem um registro histórico que integra a identidade da Rua Grande, que é o berço histórico-cultural de nosso município. Essas construções, por sua vez, são a chave para a compreensão do desenvolvimento de nossa sociedade, visto que influem na formação morfológica do local, seguindo parâmetros de uma época distinta, traduzida em sua forma de construir, estilo e elementos constituintes.

É seguindo o tom de conservação, que a Carta de Burra (1999) diz que o objetivo da conservação é preservar a significância histórica e cultural do bem, implicando em medidas de segurança e manutenção. No tocante a preservação, ela nos aponta que mesmo que o bem esteja modificado ou deteriorado, ele ainda oferece um testemunho de uma significância específica. Lembrando que cada edificação possui sua significância histórica e cultural no contexto de nossa cidade.

A proteção legal, é importante para uma preservação mais efetiva dos bens listados. É a partir dela que se podem traçar diretrizes e parâmetros próprios para o tombamento. O primeiro passo é a conscientização da população quanto aos valores atribuídos àquela construção, na formação da sociedade em que vivem. Depois de identificadas e delimitado o perímetro de ocorrência das edificações (Avenida Padre Zuzinha, Santa Cruz do Capibaribe), deve-se iniciar o processo de tombamento das fachadas dos imóveis ali presentes.

Após um processo de estudos e visitas ao local, foram observadas algumas fachadas que devem receber a devida proteção o mais rápido possível para garantir sua integridade e preservação.

Postado por: Walter Miro

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